Paris dans la voix
Funk carioca · Pop urbano · 3:42
Batom Chanel, pele salgada. Ela mantém o sotaque, mas o Rio já entra na pele.
Letra de Paris dans la voix
A letra acompanha a música · Toque numa linha pra ir até ela
Paris dans la voix
Rio dans la peau
Bora, bora, vem comigo
Sem caô, sem compromisso
Parisienne dans le estilo
Carioca dans le ritmo
Rouge Chanel, peau salée
Minuit passé,
Copa allumée
Bikini sous le
Prada
Deux heures après,
Copacabana
Desce, sobe, devagar
Chega junto, deixa rolar
À Paris je sais où je vais
À Rio j'aime me perdre exprès
Vai, vai
Sem parar
Vem, vem
Devagar
Vai, vai
Deixa rolar
Paris me regarde
Rio me fait danser
Bora-bora-bora
Vem-vem-vem
Rio-Rio-Rio
De novo, meu bem
Paris dans la voix
Rio dans la peau
Paris dans la voix
Rio dans la peau
Chega maiss
De novo
Chega maiss
De novo
Paris dans la voix
Rio dans la peau
Pedra do Sal, duas da manhã
Bouche vermelha, copo na mão
Caïpi gelada, calor no ar
Tu me regardes, je sais déjà
Un beijo, dois beijos
Não vou contar “Fica comigo”
Pode tentar
Je parle français
Tu parles désir
Pas besoin de traduire
Quand je te vois sourire
Desce, desce
Sem parar
Sobe, sobe
Devagar
Corpo colado
Calor no ar
Je garde l'accent
Tu perds le regard
Tá gostando?
Talvez.
Mentira.
Então chega mais.
Bora, bora, noite inteira
Sal na pele, brasileira
De Paris até o
Rio
Gringa quente, sangue frio
“Caraca”, “beleza”
J'apprends très vite
“Partiu”, “qual foi”
Je prends le rythme
Pas de programme
Pas de demain
Un peu de samba
Beaucoup de rein
Je danse plus bas
Je danse plus près
Je pense moins fort
Je sais ce que je fais
Meu português?
Cada vez melhor
Meu movimento?
Muito melhor
Bora, bora, bate forte
Bouge ton body, perde le norte
Desce, desce, sans hésiter
Sobe, sobe, laisse-moi jouer
Paris chic,
Rio quente
Bouche rouge, corpo ardente
Chanel sur moi, sal na pele
Je reste classe quand je deviens rebelle
Vem cá, vem cá
Não para não
Vem cá, vem cá
Sente o som
Baixo, baixo
Devagar
Cola, cola
Sem parar
Une fois, deux fois
Encore, de novo
Je garde ma voix
Tu suis mon tempo
Bora-bora, noite louca
Rio na pele, beijo na boca
Bora-bora, até de manhã
Parisienne virando carioca
Vai-vai-vai
Desce-desce-desce
Vem-vem-vem
Mexe-mexe-mexe
Vai-vai-vai
Sem parar
Vem-vem-vem
Deixa rolar
Gringa?
Ainda?
Tá quase carioca.
Quase?
Quase.
Quase é o caralho.
Bora, bora, vem comigo
Sem caô, sem compromisso
Parisienne dans le style
Carioca dans le ritmo
Desce, sobe, devagar
Chega junto, deixa rolar
J'avais l'habitude de penser
Agora eu deixo o corpo falar
Vai, vai
Sem parar
Vem, vem
Devagar
Gringa chegou
Carioca vai ficar
Paris dans la voix
Rio dans la peau
Paris dans la voix
Rio dans la peau
J'ai gardé Paris
J'ai attrapé Rio
Paris dans la voix
Rio dans la peau
Gringa?
Já fui.
E agora?
Carioca, pô.
A história da faixa
Batom Chanel e pele salgada. A gringa mantém o sotaque, mas o Rio entra na pele.
“Paris dans la voix” (Paris na voz) conta aquele momento em que você chega ao Rio com seus hábitos, seu sotaque, suas referências bem parisienses… e a cidade começa a mudar o ritmo. Batom Chanel e pele salgada, meia-noite em Copacabana, duas da manhã na Pedra do Sal: a noite, os encontros e as palavras em português vão se instalando.
A parisiense continua sendo ela mesma, mas o Rio entra na pele. O refrão — “Paris dans la voix, Rio dans la peau” — resume esse contraste e virou a assinatura de CARIOQUESE.
« Gringa? — Já fui. — E agora? — Carioca, pô. »

